Biografia SNZ Biografia Sarah Sheeva Biografia Nãna Shara Biografia Zabelê
 


SNZ Discografia



SNZ [2000]

SarahNãnaZabelê [2001]

Remix Hit's [2002]

Zunzum e Pronto [2006]

Outros [...]







CONTADOR





 

# Junho/2015 - SNZ no casamento do irmão Krishna Baby.






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# Abril/2015 - Zabelê lança primeiro álbum solo depois do fim do trio SNZ.



A cantora Zabelê, filha de Baby do Brasil e de Pepeu Gomes, que lança álbum homônimo


Longe da desgastada fórmula de simplesmente se dedicar a fazer cover dos pais, Zabelê, de 39 anos, filha de Baby do Brasil e de Pepeu Gomes, chega ao primeiro disco solo (homônimo) prometendo conquistar um lugar próprio no show business contemporâneo.

O álbum 'Zabelê' tem produção independente, assinada por Domenico, e reúne a nata da atual música jovem feita no Brasil. Tocando ou assinando a composição, lá estão André Carvalho, Pedro Sá, Kassin, Marcelo Callado, Alberto Continentino, Moreno Veloso, Gustavo Benjão, Rubinho Jacobina e, bendito é o fruto entre os rapazes, Luísa Maita, autora da faixa 'Na paz'.

“Certo, vamos praticar o bem/Conectar o corpo/Olhar o novo”, recomendam, em boa hora, os versos iniciais de 'Prática', de André Carvalho, com a qual Zabelê abre o instigante disco. Puxada por 'Nossas noites', de Alberto Continentino e Domenico, Zabelê reúne uma série de referências essenciais na formação da moça, que vão desde a balada pop ao bolero, passando por Henry Mancini e Burt Bacharach, literalmente citados na faixa, que vai ganhar clipe.

O show de lançamento deve ser no mês que vem, em São Paulo. A cantora já ensaia a performance com banda desde fevereiro. Mestre Marcos Valle dá seu aval no material de divulgação do disco: “Zabelê está com uma delícia de timbre e ginga, em companhia de uma moçada que cria, inventa, renova, a cada timbre, a cada arranjo, a cada canção”.

A própria Zabelê cuida de esclarecer que a mãe, Baby do Brasil, não tem nenhuma influência no atual momento de sua vida. ”Já a tenho no DNA, no sangue, no rosto. A minha faculdade musical são meus pais e todas as gerações posteriores e anteriores que eles me aplicaram”, traduz, sem negar o timbre vocal parecidíssimo com o de Baby.

Do pai, Pepeu Gomes, Zabelê acredita ter herdado o bom humor. “Sou igual a ele na espontaneidade, no riso solto e na alegria de viver sorrindo. Desde a infância meu pai sempre brincou muito com a gente”, diz, ressaltando a herança genética dos pais Novos Baianos, que fizeram história na música pop brasileira dos anos 1970.

As influências da cantora, que vão da música pop ao jazz, passando pela bossa nova, também são evidentes em Zabelê. Ela afirma que a demora em assumir a carreira solo, depois do fim do grupo SNZ, em 2009, que integrou ao lado das irmãs Sarah Sheeva e Nãna Shara, foi necessária para ela. “O tempo só ajudou a oxigenar”, afirma.

Longe da trilha gospel trilhada pelas irmãs, Zabelê tem tudo para seguir em caminho solo, garantindo espaço no disputado mercado brasileiro, onde as mulheres sempre predominaram.

Se por um lado na estreia ela evitou associar o nome à marca Novos Baianos, por outro, faz questão de trazer à tona uma outra família. A que ela diz formar com Domenico, Pedro Sá e Moreno Veloso (com quem faz dueto em 'Cara de cão', de Gustavo Benjão e Domenico).

“É uma galera musical absurda. Convivemos desde a Escola Senador Corrêa, no Rio, onde estudamos.” A escolha de Domenico para produzir o disco solo de estreia, portanto, está explicada. “Pensei nele neste momento novo da minha vida. Para me ajudar a descobrir quem é Zabelê, quem é a cantora. Enfim, partimos para buscá-la sem maquiagem, sem máscaras, sem mágicas”, conclui a cantora, cuja singeleza remete inevitavelmente à Baby do Brasil jovem.

• FAIXA A FAIXA

» 'Prática', André Carvalho
» 'Céu', Zabelê, Pedro Sá e Domenico
» 'Enquanto desaba o mundo', Kassin
» 'Atenção', Marcelo Callado e Quito Ribeiro
» 'Colado', Alberto Continentino e Domenico
» 'Na paz', Luísa Maita
» 'Nossas noites', Alberto Continentino e Domenico
» 'Cara de cão', Gustavo Benjão e Domenico
» 'Livre', Domenico
» 'Sabadá', Rubinho Jacobina


Fonte: http://divirta-se.uai.com.br/app/noticia/musica/2015/03/24/noticia_
musica,165958/zabele-lanca-primeiro-album-solo-depois-do-fim-do-trio-snz.shtml


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# Março/2014 - Zabelê se une a Domenico Lancellotti e Moreno Veloso na produção de um disco solo.



Zabelê, entre Moreno Veloso (à esquerda) e Domenico: da escola Senador Correa ao estúdio, décadas depois, na produção do disco - Divulgação


RIO - Ter Baby do Brasil e Pepeu Gomes no DNA não é mole, não.

— Tem um lado que liberta e outro que aprisiona. Mas isso é a minha vida. Sempre foi assim — reflete Zabelê.

“Escondidinha” dos pais, a cantora está há um ano preparando seu trabalho mais ambicioso. Ela, que ficou conhecida ao lado das irmãs Sarah Shiva e Nãna Shara no trio SNZ, extinto em 2010, se enfurnou em estúdio com Domenico Lancellotti para dar forma a seu primeiro álbum solo.

— Minha mãe fica me perguntando: “Não vai me mostrar? Como é que está? Fala!”. Mas ela e a família só vão ouvir quando estiver pronto. Não queria nenhuma influência. Lá em casa todo mundo tem personalidade forte. Estou me testando, me descobrindo. Precisava fazer isso sozinha — explica a cantora.

O projeto, com lançamento previsto para o final do primeiro semestre, está em fase de mixagem, pilotada por Moreno Veloso, amigo de infância de Zabelê, e vai mostrar o intenso processo de reinvenção a que esta herdeira dos Novos Baianos se submeteu.

— A gente demorou a colocar a voz dela. Rolou um redescobrimento. Ela ouviu cantoras como Nara Leão, que não projetam a voz, e surgiu sem maneirismos ou vícios. Surpreendeu-me muito — conta Domenico, satisfeito.

— Eu peguei o material já todo pronto. Não participei da feitura. Ela tá cantando tão bonito... — elogia Moreno.

“Sou a ovelha negra”

Antes, a pegada de Zabelê era bem mais pop, como está impressa no hit “Retrato imaginário”, do SNZ, uma das músicas mais executadas no ano 2000. O grupo terminou, segundo ela, não por qualquer desentendimento, mas pelo caminho gospel que Sarah e Nãna decidiram tomar.

— Eu sou a ovelha negra — brinca. — Fomos fiéis àquele momento. Tenho muito orgulho da minha trajetória. O SNZ foi a primeira contratação da Warner feita pelo Tom Capone (produtor e diretor artístico da gravadora, morto em um acidente em 2004). Meu pai adorava o trabalho vocal que a gente fazia. Mas agora me vejo de outra forma. Foi tão intenso o processo de criação que veio uma outra voz — diz Zabelê, que não rejeita as inevitáveis comparações com a mãe.

— A voz dela parece com a da Baby na época dos Novos Baianos — compara Domenico.

O novo trabalho, dividido em dez faixas, traz canções do produtor, e mais de Kassin, Rubinho Jacobina e Alberto Continentino. Segundo Moreno, “algumas são como chiclete para os ouvidos”.

— É música brasileira contemporânea — ele define, destacando “Sabadabadá”, única faixa revelada pelos três, uma composição de Jacobina. — Ela tem como características a mistura de sons acústicos e eletrônicos. E uma espontaneidade, afinação do canto.

A reunião de Zabelê, Moreno e Domenico é um revival da época em que os três estudavam no Colégio Senador Corrêa, na Praça São Salvador, em Laranjeiras.

— Eu morava na Rua Lopes Quintas, no Jardim Botânico, e o Moreno, na Peri, ali ao lado, com os pais. A gente sempre se frequentava. E depois veio o Domenico estudar na mesma escola — conta Zabelê.

O reencontro começou com uma série de reuniões em 2013.

— Tenho abertura com eles. Às vezes, a gente esquece que é trabalho, sabe? O mais legal é que ainda não sei aonde vou me encaixar. Quero seguir em carreira solo, experimentar. A produção é independente, sem deadline, sem pressa. Queria ficar livre para a criação, para achar essa nova identidade. É esse o barato do artista. Acho que todo mundo vai se surpreender — acredita a cantora.


Fonte: http://oglobo.globo.com/cultura/zabele-se-une-domenico-lancellotti-
moreno-veloso-na-producao-de-um-disco-solo-11840212#ixzz3eq3ryrLK



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# Julho/2012 - 'Fora cachorrada!', entoa Sarah Sheeva no culto das princesas.


Veja o que rola na reunião comandada pela pastora que é filha de Baby do Brasil, onde só entra mulher, e confira os mandamentos das princesas.




São 19h30 de uma quinta-feira no Rio, e cerca de 800 mulheres se espremem em um salão dentro de um clube em Copacabana, na Zona Sul do Rio, onde fica a sede da Igreja Celular Internacional. De vestido de bolinhas e salto alto, Sarah Sheeva, 39 anos, sobe ao palco. “Estamos aqui contra o espírito da cachorrice. Somos as princesas de Deus. Amém”, diz ela, seguida pelo coro da multidão. “Vamos gritar mais que show de rock!”, empolga-se a pastora, filha da cantora Baby do Brasil. É o culto das princesas, que acontece sempre na última quinta do mês.

“Se você é mulher e só aparece cachorro safado na sua vida, vem para cá que vai atrair homem honrado. Glória a Deus, Senhor”, entoa Sarah, que se tornou evangélica em 1997. De discípula, virou pastora, e passou a ministrar congressos de santificação Brasil afora. Há pouco mais de um ano, começou a escrever um livro, “Manual de princesices - Como deixar de ser cachorra, se tornar uma princesa, e receber o amor que você merece”, que será lançado ainda este ano.

“Percebi que no meio evangélico havia uma carência no que dizia respeito a ensinamentos para as mulheres”, conta. “Como o livro ainda não estava pronto, decidi fazer as reuniões. Na primeira, esperava umas 10 mulheres, mas apareceram 100. Na segunda, vieram 300. Começou a vir tanta gente que tivemos que abrir inscrições”, lembra ela. “Agora sonho em fazer no Theatro Municipal”, suspira.

Nas reuniões, há de adolescentes a mulheres na faixa de 50 anos, e homem não entra. No dia em que o EGO esteve lá, Pedro Bial e sua equipe faziam uma reportagem para o programa “Na Moral”, mas até o jornalista teve que deixar o salão após os cantos de louvor que dão início ao culto. “Elas ficam constrangidas”, explica Sarah, que ensina as mulheres a “se valorizar e não aceitar migalha emocional”.


Sem sexo e beijo na boca

Princesa que se preze não chega junto, mas espera o homem certo chegar. “Temos um tesouro no meio das pernas. O fato de ter uma vagina faz de você o ser mais precioso da Terra”, diz Sarah durante o culto. Quem segue os ensinamentos da pastora também não usa roupa sexy. “Mulher que usa decote não bota limite. Damos limites na nossa própria veste. Por que as prostitutas se vestem daquela forma? Aprenda a ter sensatez, a botar mistério nas suas vestes”, enfatiza ela, já julgando a camiseta regata que a repórter estava usando. “Dá para ver o ‘reguinho’ do seu seio, não pode”.

Sexo e beijo na boca são delícias apenas para o casamento. Se o príncipe ainda não apareceu, espere na seca. “A vontade da carne é igual a vontade de comer empada quando se está de dieta”, compara Sarah, há 10 anos sem sexo e há nove sem beijar na boca. Para não cair em tentação, ela evita filmes de romance, entre outras coisas. “É desafiador, mas não provoco desejo. Oro e me cuido”, diz. “Se Deus não me casou, é porque ainda não quis”, conta a pastora, que não admite nem ela mesma se dar prazer. “Não me masturbo”, afirma. “E também não tenho vergonha de dizer que estou há 10 anos sem ver um homem nu. Já fui ninfomaníaca, viciada em homem. Eu era uma ex-cachorra, sei o que é aceitar migalha emocional. Mas você aprende o que está errado e conserta”.

A parte final do culto é dedicada às perguntas das princesas. A maioria acaba sendo justamente sobre sexo. “Se você é casada, a Bíblia fala que não se pode privar o outro do seu corpo. Se você gosta e ele também, não tem problema. Eu, por exemplo, adoro um sovaco cabeludo”, brinca Sarah. Quase metade das perguntas é sobre sexo anal. “Deus criou cheiro para dizer o que presta e o que não presta. Por que as fezes fedem? É um orifício de saída, e não de entrada”, responde Sarah.

Depois das perguntas, ela canta enquanto assistentes passam para pegar os envelopes com as doações das princesas. “Jesus falou comigo: ‘não cobra’. Faço esse trabalho por amor. Luto para ajudar as mulheres. Mas a igreja oferece o espaço, e têm contas de luz e água para pagar”, justifica Sarah. “Se você quer adorar materialmente, não só na palavra, vou orar por você nesta parte financeira”, diz a pastora às fiéis. “Que venham sobre elas 10 vezes mais do que estão botando nos envelopes”, continua.

Ao fim do culto, depois de quase três horas, Sarah recebe as princesas para autografar seus dois livros, “Onde foi que eu errei?” e “Defraudação emocional”, à venda durante as reuniões. “Cuidado com o que você vai escrever. Fora de contexto as pessoas não entendem, acham que é coisa de maluco”, diz ela à repórter. “Mas não ligo para os julgamentos. Quando não sentia essa paz, ninguém me chamava de maluca”.




Fonte: http://ego.globo.com/famosos/noticia/2012/07/fora-cachorrada-entoa-sarah-sheeva-no-culto-das-princesas.html



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# Fevereiro/2012 - Sarah Sheeva participa do "Muito Mais" e fãs pedem a volta do SNZ.


A aparição de Sarah Sheeva no "Muito Mais", programa de Adriane Galisteu na Band, fez com que vários tuiteiros se pronunciassem em prol da volta da banda "SNZ".

Na tarde desta quinta (02), durante o tempo em que Sarah esteve na atração, a hashtag "#VoltaSNZ" ganhou força e chegou ao topo dos Trending Topics nacionais no Twitter.

Sarah era uma das três integrantes do "SNZ", que também era composta por Nãna Shara e Zabelê. O conjunto fez grande sucesso no início dos anos 2000 e se destacou com as músicas "Retrato Imaginário" e "Se eu Pudesse".

Os últimos anos de Sarah foram dedicados à religião. Ela é missionária e uma das líderes da Igreja Celular Internacional.

Ao fim do "Muito Mais", Sarah Sheeva chegou a declarar que toparia retomar o "SNZ", desde que cantasse apenas músicas gospel.


Fonte: http://natelinha.ne10.uol.com.br/celebridades/2012/02/02/sarah-sheeva-
participa-do-muito-mais-e-fas-pedem-a-volta-do-snz-174029.php


Assista o vídeo publicado no YouTube:




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# Fevereiro/2012 - Sarah Sheeva conta sobre sua conversão




Sarah Sheeva, a primogênita do casal Baby Consuelo e Pepeu Gomes, era uma jovem que não conseguia ficar três dias sem ter uma relação sexual. Sarah – à época com 25 anos de idade – era ninfomaníaca. Mas isso faz 10 anos.

Na época, ao lado das irmãs Nãna Shara e Zabelê, ela integrava a banda SNZ. Durante um dos ensaios do grupo, um músico começou a ter um surto que, segundo ela, era a possessão de um espírito maligno. Nervosa com a cena do colega, que se debatia e proferia palavras agressivas, Sarah Sheeva se trancou no quarto e começou a orar. Nessa hora, ela garante que sua vida mudou.

CONVERSÃO

“Aconteceu uma coisa muito louca, sobrenatural. Comecei a orar, a falar com Deus. Na minha ignorância, dentro do meu quarto, de repente, senti uma presença forte, que era Deus. Cai no chão, me prostei e ali me converti”, lembra ela.

Desde então, ela passou a frequentar uma igreja evangélica em Copacabana, no Rio. Estudou as escrituras, leu e releu a Bíblia, e se converteu em missionária. Como num passe de mágica, o prazer pelo sexo diário, a procura por um homem novo a cada dia, ficou para trás.

“Quis mudar a minha vida sexual, que era promíscua. Eu não parava com homem. Minha vida era vazia e eu procurava o sexo masculino para preencher esse vazio. Comecei a orar, ler as escrituras e minha vida tomou outro rumo”, afirma.

BABY DEIXOU DE FALAR COM A FILHA

Na época, Baby Consuelo não aceitou a decisão de Sarah e ficou dois anos sem falar com a filha. Mais tarde, porém, a cantora de sucessos como “Menino do Rio”, hoje com 55 anos, virou pastora da igreja que ela mesma criou, a “Ministério do Espírito Santo de Deus em Nome de Jesus”.

Sarah acha que, ao contrário do que a maioria pensa, a sua vida agora é mais interessante e radical do que na época que vivia à base de sexo livre. “Para mim, doido não é quem fuma maconha ou cheira cocaína. Doido é quem faz o que eu fiz, que vira crente”, defende.

Sarah mora no Rio com a filha de 16 anos, Ranaah Sheeva, que também é música. A filha de Pepeu Gomes vive de dar palestras como missionária pelo país afora e da venda de seus CDs de música Gospel. Paralelamente a essas atividades, escreveu um livro, “Defraudação Emocional”, que dá dicas de como evitar um casamento encalhado- aquele que, segundo ela, faz a pessoa ficar anos de sua vida com a pessoa errada-, e prepara mais dois. Um vai falar sobre como educar os filhos e o outro vai explicar, segundo sua crença, o que acontece durante uma relação sexual:

“Ocorre uma transferência de espíritos durante a relação. É importante escolher o parceiro ideal. Depois de fazer sexo não é como tomar banho, pronto, está novo. O sexo tem o poder de unir e transferir tudo que está numa pessoa para outra”, garante.

Sem sentir falta de sexo ou de um parceiro, ela garante que encontrou a paz que precisava: “Vivo só com minha filha e sou superfeliz”.


Fonte: https://sites.google.com/site/idecristao/sarah-sheeva-se-corverteu-ao-
cristianismo



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# Dezembro/2011 - Sarah Sheeva afirma: "Eu já fui a maior cachorra".





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# Março/2007 - Nãna Shara e Zabelê voltam ao disco junto com outros filhos dos Novos Baianos




RIO - Junte-se três filhos de Pepeu Gomes e Baby Consuelo, Dois filhos de Paulinho Boca de Cantor e um filho de Moraes Moreira e o resultado é um disco dos Novíssimos Baianos. Certo? Errado. Todos trabalharam juntos no terceiro disco do SNZ, Só Nãna Shara e Zabelê, filhas de Baby e Pepeu, agora sem a irmã Sarah Sheeva, que segue carreira solo nas hostes evangélicas. Casadas, com quase 30 anos, elas se reformataram para uma sonoridade orgânica puxada ao rock e ao funk, deixando a eletrônica de coadjuvante, em vez de protagonista como antes.

O nome do CD "Zunzum e pronto" foi tirado da letra de "Acabou Chorare", hino dos Novos Baianos regravado por elas.

- "Zunzum e pronto" e tem o duplo sentido de ser a nossa mescla de sons, o nosso barulho, a nova geração dos filhos dos Novos Baianos traduz isso de uma maneira diferente, mais pop. Foi um desafio muito grande trazer regravação pro universo de hoje. Foi muito especial porque sempre sonhamos em ter todo mundo junto tocando, mas sempre teve problema de agenda. Agora calhou de estar todo mundo aqui. A química que sai dos filhos é algo ímpar. Diferente de qualquer galera tocando porque a gente tem uma raiz em comum.

Quando Sara saiu, em 2003, elas aproveitaram para fechar para balanço.

- Foi um tempo de parar para compor mais e pensar mais na nossa identidade musical, de tudo que a gente queria trazer num novo trabalho. Você vê as pessoas tentando achar um caminho musical e, às vezes, é difícil ser você mesmo, é uma coisa com que a gente se preocupa - diz Zabelê.

A saída de Sara de certa maneira facilitou as coisas porque as duas são muito parecidas em termos musicais. Elas também se entrosam bem na hora de compor, ambas fazem letra e música.

- A gente gosta de entrar na composição e sentir o feeling dela, o que tiver que rolar rolou. Quando a gente era pequena meu pai fazia todo mundo compor, ele contava uma historinha e fazia todo mundo improvisar ou cantava um lálálá e pedia para gente fazer uma letra.

Bem novinhas, elas também eram embaladas musicalmente por Pepeu com "Brasileirinho" e outras pérolas.

O trabalho de composição do disco durou um ano, com um saldo de 50 músicas, de onde saíram as 11 inéditas do CD, que tem ainda uma regravação de "Educação sentimental II", do Kid Abelha. Nãna e Zabelê dizem que lembra uma fase da vida delas e que se tocaram de gravar ao ouvir o Biquíni Cavadão cantar num show.

As duas dizem que adoram estúdio, uma intimidade conseguida desde que eram molecas. Os pais sempre as levavam quando estavam gravando e cansaram de dormir em colchonete no chão enquanto Baby e Pepeu trabalhavam.

Por conta disso foram adquirindo prática de estúdio e metem a mão em tudo na gravação, incluindo mixagens. Elas ralaram anos e anos como backing da mãe antes de se lançarem em carreira própria e hoje, como dupla, se dizem prontas para tocar a carreira. Ouça 'Você virou poema'.


Fonte: http://oglobo.globo.com/cultura/nana-shara-zabele-voltam-ao-disco-junto-com-
outros-filhos-dos-novos-baianos-4212695#ixzz3fJ3cUrMp



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# Janeiro/2007 - Sangue dos Novos Baianos.





Quem disse que a música pop voltada para o público jovem precisa ser bobinha e descartável ? Quem acompanha um pouco da história do pop sabe que nunca precisou ser assim, apesar de ainda ter gente que não acredita. Formado em 2000 por Sarah Sheeva, Nãna Shara e Zabelê – filhas de Baby Consuelo e Pepeu Gomes –, o grupo SNZ parece que, finalmente, aprendeu a lição.

Reformulado e sem Sarah Sheeva – que segue carreira gospel –, o SNZ (que agora significa Só Nana e Zabelê) volta reformulado após cinco anos sem gravar – os três primeiros CDs venderam 140 mil cópias – e com um trabalho indiscutivelmente mais maduro e de qualidade.

As 14 faixas de Zunzum e Pronto (a música Busca aparece em duas versões) têm de tudo um pouco, com direito a pitadas de samba, soul e rock, tudo ligado por uma sonoridade uniforme e boa pegada, exatamente como um bom disco pop deve (ou deveria) ser.

Releituras – Um dos destaques do disco é a releitura de Educação Sentimental II (Leoni, Paula Toller e Herbert Vianna), a cargo de André Moraes, produtor do novo disco do Sepultura. Das 13 músicas, 11 têm Nãna e/ou Zabelê como autoras ou co-autoras. Além de Educação Sentimental II, a dupla também decidiu reler Acabou Chorare (Moraes Moreira e Galvão), sucesso dos anos 70 do grupo Novos Baianos, do qual Baby e Pepeu faziam parte.

O sangue dos Novos Baianos está, definitivamente, presente no disco. Filhos de outros componentes do grupo também participaram das gravações, inclusive o guitarrista Pedro Baby, irmão de Nana e Zabelê. O multiinstrumentista Davi Moraes (filho de Moraes Moreira), o baterista Gil Oliveira e o baixista Betão Aguiar (filhos de Paulinho Boca de Cantor) completam o time, que já começa a ser chamado de "Os Novíssimos Baianos". Aliás, nem tão novos assim, o que pode explicar a maturidade do CD.

"Estou com 30 anos e a Zabelê, com 31, ambas casadas", explica Nãna Shara.

Maturidade – Especialmente no caso do SNZ, maturidade não rima com monotonia. Na inevitável comparação com a antiga fase do grupo, antes havia dançarinos demais, cores demais e música de menos. Hoje, Nãna e Zabelê são afinadas também no discurso e reconhecem que estão mais parecidas com o que realmente são:

"Queremos mostrar que nossa bagagem musical não é feita só de hip-hop, black e rithm & blues. É feita disso e mais um monte de coisas, principalmente rock e música brasileira".

Não à toa, o disco contém momentos de samba, choro, rock, hip-hop, black e rithm & blues. Mas erra quem pensa que o CD é uma "salada de frutas". O produtor do disco, Paulo Jeveaux, conseguiu costurar tudo sem remendos, deixando-o com sabor de pop e sem exageros no tempero.

Atitude – Perguntada sobre uma possível mudança de atitude no palco, Zabelê responde:

"É claro que não vai mais haver dançarinos e roupas supercoloridas. Só pela capa do disco já dá pra perceber a mudança. Mas, quanto a ficarmos ‘comportadinhas’, é bom lembrar uma coisa: somos filhas de Baby e Pepeu!" (risos).

Na verdade, se quiserem ser como seus pais, basta que Nãna e Zabelê sejam, simplesmente, diferentes.


Fonte: http://www.ofluminense.com.br


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# Setembro/2006 - SNZ volta a gravar sem a irmã mais velha.





O primeiro disco do SNZ, que acaba de virar dupla, mudando o significado para "Só Nãna e Zabelê", depois da saída de Sarah - o S que formava o trio - para fazer carreira solo como cantora gospel, ainda não tem previsão de lançamento.
Mas, Nãna Shara e Zabelê, as duas filhas mais novas de Pepeu Gomes e Baby do Brasil, entraram em estúdio para prepar novidades.

"Além de manter nosso estilo groove e black faremos uma releitura dos Novos Baianos que, para nós, também é pop. Só não vamos adiantar qual ou quais as músicas desse grupo farão parte do repertório. É surpresa. Podemos adiantar, apenas, que vamos conseguir juntar todo mundo no estúdio, na hora da gravação. 'Todo mundo' quer dizer os nossos pais, nosso irmão Pedro, o Paulinho Boca de Cantor e os filhos dele, Betão e Gil Aguiar e, provavelmente, Moraes Moreira e o Davi, filho dele", adianta Nãna.

Quanto a ausência da irmã mais velha, Zabelê justifica:

"A Sarah está preparando o CD gospel dela, fazendo carreira solo. Está muito voltada para isso, está seguindo o seu caminho".





Fonte: http://www.ofuxico.com.br





# A VOLTA DO SNZ - NOVO CD




Após quatro anos sem gravar, SNZ retorna com uma grande surpresa: além do significado das letras "SNZ", o nome do grupo investe nas batidas de rock pesado no seu novo disco, "Zunzum e Pronto" (2006).

O disco traz a participação dos filhos dos Novos Baianos, como Ari, Davi Moraes e Pedro Baby. O álbum possui canções inéditas e algumas regravações, como "Educação Sentimental II" (do grupo Kid Abelha) e "Acabou Chorare" (do grupo Novos Baianos).

Destaque principal do disco para a canção "Busca", o carro-chefe. SNZ assina a letra de quase todas as canções e participa da música também.

O novo trabalho ainda conta com a participação do rapper De Leve na canção "Maravilha". Vale à pena comprar!








Fotos divulgadas pelo SNZ - Em estúdio gravando o CD "Zunzum e Pronto"



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Essa página é uma homenagem ao grupo SNZ, que com muita cor, harmonia e talento cativou muitos fãs nos anos 2000. Trata-se de um ambiente de recordação, onde podemos relembrar de momentos do grupo unido e conferir as novidades sobre a carreira solo das ex-integrantes

Criação e atualização da página pelo fã João Rossi © 2008 ℗ 2015